segunda-feira, 27 de abril de 2015

À MINHA ADORÁVEL LINA


À minha adorável Lina. 

Teu olhar brilhou
Orvalhado 
era uma lágrima.
Como orvalho no cipreste,
estava radiante.
Estava tão verde,tão belo...
Choravas de alegria,
Sem grande motivo,
Por um simples acontecimento 
sem relevância.
Mas era uma lágrima, 
um manifesto,
Era amor.
Amor latente no coração,
Pretensioso, afável,
contínuo, extravasado,
Inalienável, permanente,
Doce e tenro amor.
Estavas tão linda,
Cachos flutuando ao vento.
Lábios risonhos,
olhar embevecido,
Caminhando ao me lado, 
Sonhando juntos.
Mal pude esperar o tempo passar, para amar-te.
Amo-te,
Amar-te-ei,
Amaralina.

ANTONIO DE PAULA

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